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P.s.: (…)

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Quando é o momento certo para deixar tudo de lado e seguir? Quando é certo deixar o seu passado ser passado e virar a página e escrever uma nova história? Sinceramente, não sei. Muita coisa ainda me prende aqui e eu não tenho certeza se quero deixar tudo isso de lado para viver um risco. Por mais que não seja bom, é levemente confortável. Eu sei, é difícil entender, mas eu não estou acostumada a viver grandes amores ou a buscar realizar utopias (muito embora o meu coração vibre por isso…). Eu já vivi um amor. Já vivi um grande amor e não tenho certeza se quero buscar um novo amor e abrir um caminho novo rumo ao… nada? Eu amei demais, fui demais, intensa, constante e previsível. Fui a (pen)última (sim!) romântica e deu no que deu.

Sabe, já ando bem cansada dos velhos clichês infantis de um amor perfeito e eterno; das promessas de risos intermináveis e de conversas sem fundamentos para tirar o estresse do meu dia tão conturbado e cheio de problemas dos outros que eu tenho que, obrigatoriamente, resolver. Isso me cansa. Isso cansa o amor. O meu amor, o seu amor… e nós cansamos. Promessas e promessas e mais um pouco de paciência não basta. Ou basta?

Acho que o amor é basicamente isso. Uma constante incógnita; você não quer, sabe que não pode, mas tem que confiar no outro e, de certo modo, criar expectativas. E, mesmo sabendo que é uma grande ilusão, a gente nunca aprende a dizer não! “Você vai pular? Vou! Pule e eu pulo!” Pulei… e ganhei alguns arranhões, apenas.

E assim, sigo. Bato as mãos, tiro a poeira do corpo, depois da queda, e sigo. Sigo séria, com o olhar vazio e com a velha promessa de que essa foi a última vez. Mas, cá entre nós, se ele disser que vai segurar a minha mão, andar comigo e pedir para que o destino não nos pregue nenhuma peça, eu juro, juro mesmo, que mais uma vez, vou rezar baixinho para que o amor dê certo (só mais essa vez…). Por mais que não pareça, eu ainda tento acreditar que terei um “final feliz”.

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Mais um fim.

fim

 

E depois de uma longa conversa, você desliga o telefone e eu fico aqui cada vez mais pensativa. É duro, mas tenho que admitir: eu gosto de você e isso me irrita; me deixa sem forças e proteção. E eu não gosto dessa sensação de vulnerabilidade. Todo esse carinho e essa sua maneira de me fazer sorrir e me deixar leve, me faz perder o controle e esquecer da razão.

Não precisa tentar me entender ou tentar buscar respostas para esse meu gosto estranho. O problema não é com você, muito menos com esse seu jeito único de me agradar, de tentar me fazer sorrir depois de um dia estressante ou de dizer as palavras certas antes de dormir. O problema não é por causa desse seu sotaque estranho e arrastado ou seu desleixo com as roupas. O problema não é o fato de você odiar azeitonas, até porque isso é um dos pontos fundamentais para uma relação seguir firme e forte ao longo dos anos (aquela boa e velha teoria da azeitonas…). O problema sou eu! Apenas eu! Eu e essa mania tola de tentar afastar as pessoas de mim. Eu e a minha mania de querer sempre dominar meus sentimentos e jamais perder o controle. Eu e a minha mania de equilíbrio; de não ceder, não deixar o sentimento gritar. Eu e o meu medo do fim. Eu e o meu medo de não sentir mais dor ou solidão, talvez… Eu e o meu dom de ficar só.

Sabe, não achei que iria doer esse fim, mas o coração sempre nos coloca em grandes armadilhas… eu nunca pensei tanto em você como agora; como nesse momento. Nunca desejei tanto que você me ligasse para que eu pudesse voltar e ponderar minhas palavras duras e minha decisão final…tarde demais!

E mais uma vez, volto ao ponto de partida com a sensação de que nunca saí do lugar. Fecho mais um ciclo. Me fecho.

 

turma

E aqui termina mais um ciclo. Olhando assim, por cima do muro, parece que foi rápido. Talvez agora, nesse exato momento, estamos todos acreditando que cinco anos passaram num piscar de olhos. Mas, nós bem sabemos o quanto foi árdua essa caminhada. E, sem dúvida alguma, seria muito pior se não tivéssemos uns aos outros para nos apoiar. Independente do momento, independente das palavras, dos gestos que, em alguns momentos, nem existiram, mas aquela sensação de não estar sozinho, passando pelos mesmos problemas, ficando no provão de Processo Civil e se controlando para não furar os pneus do carro de Arthur ou estudando constitucional com medo da prova oral de Sidney; ou tentando fazer as provas de Antropologia sem levar pra casa uma nota baixa e um recadinho desaforado; tentando entender como é possível tirar nota tão baixa em Penal, mesmo a prova sendo em dupla; tentando entender o que ia cair na prova de ética; tentando entender o que Alício falava; tentando não enlouquecer com a quantidade de assuntos que Marcel dava em uma aula e ainda mais, tentando, depois que ele saia da sala, decifrar o que estava no quadro. Tentando não enlouquecer a cada final de período. Tentando dormir… tentando não dormir na aula… enfim, mesmo em silêncio, estávamos todos confortáveis por estarmos ao lado de bons amigos.

Sempre há uma chance nova. Sempre há uma nova porta ou um novo olhar da mesma situação. Não importa como despertamos para a vida, mas sim que há o despertar. Não sabemos o que virá amanhã, nem o que o futuro nos reserva, mas sinto que estamos preparados para recomeçar.

Todo recomeço é inquieto e emotivo. É um coquetel de coragem, força e ansiedade. Mas de uma coisa tenho certeza, ninguém aqui quer reviver o passado, mas sim escrever uma nova página. Não vai ser fácil, mas vai ser fundamental. E hoje, encerrando esse capítulo, estamos todos com um largo sorriso no rosto e sensação de dever cumprido. Valeu a pena, apesar de todos os pesares e de muitas vezes, parecer que tudo estava dando errado. Sentiremos saudades dos lugares que nos definiram por 05 anos. Sentiremos falta de dar boa noite ao Sr. Romildo, de brincar com os meninos da guarita, de correr em Hércules para tirar xérox mais barata, de se revoltar com a falta de opção de lanche, de comer cuscuz todas as noites, das conversas nos corredores, das piadas e do bom humor de Carlinhos, dos discursos de Cristian e das suas teorias fundamentadas em Pedrinho e Xandinho, dos cadernos digitados por Edson, das aulas e inúmeras ajudas de Paulo, que nunca mediu esforços em nos ajudar naqueles momentos de desespero, das conversas inteligentes de Wender, do “Boa noite querido professor” ou “Presente querido professor”, de Romualdo; dos vestidinhos de Jana nos dias de prova; nos sermões do Pastor Lúcio; dos desabafos de Adriana; da famosa frase “quer moleza, vá fazer pedagogia” de Cesar; das palavras meigas e carinhosas de Katy; da voz suave e sutil de Érika; das risadas de Jamnia; das piadas sem graça de Liniker, que só ele acha graça, do bronzeado de Camila; do trio ternura: Taciana, Denakê e Juarina; da mudança radical de Teca; das conversas e apostas das rodadas do campeonato brasileiro; das apostas de qual o próximo município a ter um caixa eletrônico dinamitado; até mesmo, da nova família que foi formada em nossa turma, por Deny e Laise. Enfim, são essas e muitas outras lembranças que nos deixarão com saudades. Uma saudade boa, uma saudade leve, longe de angústias.

Nós já brigamos, já discutimos, mas fizemos as pazes e, em muitos momentos, demonstramos que, por uma boa causa e pelo bem de todos, a união realmente faz a força, principalmente se for pra sala toda tirar dez! Particularmente, todos vocês me ensinaram de alguma forma. E eu posso dizer que fiz amigos para toda a vida.

O universo posiciona-se ao nosso favor. Sei que o anjo da guarda de cada um aqui é forte e que dará tudo certo. Espero que não decepcionemos àqueles que nos viram crescer e amadurecer para enfrentar o mais novo desafio. Que a cada passo dado, não olhemos para trás como quem busca conforto, mas sim como quem vê um progresso e, saudosamente, sorri com os erros e acertos outrora cometidos.

Espero que saibamos fazer o bem e ser o bem. Que os ideais de justiça estejam sempre presentes em nossas ações, a fim de colher sorrisos e semear paz.

Espero que todos vocês encontrem muitas almas perfumadas e novos abraços recheados de boas histórias de vida; novos amigos, novos projetos, novos desafios.

Agradeço a Deus por ter colocado todos vocês em minha vida. Obrigada pelas experiências compartilhadas. Vocês foram fundamentais para o meu amadurecimento. Digo isso no auge dos meus 22 anos!  Que Deus ilumine os caminhos de vocês e, tenho certeza que, como bem escreveu Vinicius de Moraes, Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos…Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim… do companheirismo vivido…  Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E… isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

E, parafraseando Caio Fernando Abreu, em minha memória – tão congestionada – e no meu coração – tão cheio de marcas e poços – vocês ocupam um dos lugares mais bonitos”

Mais uma vez, obrigada! Que Deus continue nos abençoando!

O (des)caminho de um novo amor.

amor à distância

Eu sempre tive o dom de me apegar às palavras. Mas dessa vez, fui, literalmente, seduzida por elas. Começamos uma conversa despretensiosa, quase igual às demais, mudando apenas um dos personagens, já que você foi a última pessoa a preencher o meu dia. Aquele velho “tudo bem com você?” me pareceu bem comum e, desde já, comecei a prejulgar todas as suas outras frases. Muito sutilmente, ele desarmo meu ego e me deixou sem ação. Não sabia que as palavras podiam ser empregadas daquela maneira tão sensata e doce ao mesmo tempo. Quase me apaixonei por aquela barba mal feita e sorriso infantil, naquele momento.

Duas, três, quatro horas de manhã e continuávamos no ritmo incessante de trocadilhos baratos, risadas e muitas doses de filosofias “Buarqueanas” que só a madrugada ouviu. Parecia que nos conhecíamos perfeitamente. Conversamos sobre tudo. Absolutamente tudo. Contei meus dilemas, minhas crises, minhas dúvidas e até as histórias do meu papagaio. Ele me contou dos seus projetos, das terapias, dos sanduiches, das bicicletas e do seu futebol amador. Por um instante senti até o tempo parar. Olhei para o relógio inúmeras vezes e as hora iguais continuavam lá. Me senti em seus pensamentos.

Descobrimos gostos em comuns. Ele adora alimentar a dor ao som de Los Hermanos, viajar nas histórias de Nando Reis e se deliciar com os amores cantados por Vinícius, Chico e Vercillo. Mas também tem um péssimo gosto para times e comidas. Nunca consegui entender como uma pessoa em sã consciência, consegue tomar inúmeros copos de suco de jenipapo. Enfim…

Continuamos nos descobrindo e nos tornando cada vez mais íntimos. Parecia que as horas estavam sendo traduzidas em anos. Foi uma eternidade! Despertei desse sonho de olhos abertos quando o meu celular despertou indicando seis horas da manhã. Meus olhos não estavam cansado e eu não queria deixa-lo ir. Sentia cansaço em seu olhar, mas ao mesmo tempo, sentia uma reciprocidade em não querer distanciar-se. E, enquanto ele tentava cantar Treasure, de Bruno Mars (Oh, girl, I’m gonna show you when you’re mine, oh mine…) eu encostei minha cabeça em seu ombro. Ficamos em silêncio. Um silêncio perturbador que logo foi quebrado por uma risada incontrolável. Ele tentou me abraçar e acabou, sem querer, me fazendo cócegas. Quando percebeu meu ponto fraco, continuou fazendo isso até que eu chorasse de tanto rir. Logo depois o silêncio voltou. Nos olhamos por longos segundos e eu disse que estava com sono. Ele também. Voltamos a nos abraçar e nos despedimos com as mãos acariciando ambas as faces. Fui pra casa.

 No meio do caminho lembrei que havia me esquecido de perguntar o seu nome. Não tinha nem ao menos o contato. Não tinha nada. O sorrisinho no canto do rosto logo desapareceu. E o que tinha tudo para terminar bem, nem, ao menos, começou. Não sabemos o nome um do outro e não temos amigos em comuns. Moramos há mais de 200km de distância. Uma enorme linha verde nos separa. Às vezes sinto como se algo maior nos ligasse. Às vezes sinto como se nada tivesse acontecido. Às vezes sinto saudades e outras, não sinto nada. Mas uma coisa é certa: não sei quem ele era, nem como conseguimos conversar horas sem citar nossos nomes. Não foi necessário nenhum tipo de formalidade. Naquela noite, ele me fez feliz. E uma sensação de felicidade que há tempos não sentia.

Ainda escuto o som da sua voz cantando Treasure quando fecho os olhos …

Valeu 2013!

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Sabe aquele velho ditado, “Tudo que é bom dura pouco”? Foi justamente assim que aconteceu com você, 2013! Apesar dos pesares, você foi um dos melhores anos da minha vida, literalmente, o ano dos sonhos!

Fechando os olhos, respirando fundo e analisando toda a minha trajetória em você, tenho uma sensação de dever cumprido. Você me proporcionou momentos incríveis e únicos. Você renovou minhas forças e aumentou a minha fé. Você me fez crer que milagres existem e que dependem do nosso credo para a concretização deles.  Me apontou o caminho certo para continuar seguindo, sem arrependimentos. Me mostrou que não preciso de muita coisa para tomar a decisão certa, basta ouvir o coração e acreditar.

Você começou meio tumultuado, cheio de falsas promessas, talvez indeciso, quem sabe! Mas, logo colocou os pés no chão e a cabeça no lugar e me guiou por caminhos novos e seguros. Você me fez mais forte e capaz de suportar dores em silêncio, mas também me fez gritar quando a injustiça pairava. Me fez mais objetiva e centrada. Me mostrou que as lágrimas nem sempre são sinônimo de fraqueza ou tristeza.  Me fez ter pensamentos mais positivos e acreditar ainda mais na força divina.

Também me fez chorar de saudades e sofrer a perda de pessoas queridas. Mas me deu a alegria dos reencontros, dos nascimentos e do fortalecimento de laços. Me mostrou que a força da amizade e de uma família unida, é capaz de superar qualquer barreira. Me mostrou que a justiça, literalmente, tarda mas não falha. Me deu sabedoria e poucas horas de sono. Me deu alguns quilinhos a mais e falta de tempo para ir à academia. Me deu noites de risos, dominós, rodas de samba, bacardis, tricampeonato, domingos mais esportivos, emprego novo, um cachorro (que já se foi), hinos do Flamengo interpretados por Riquinho, novos apelidos, unhas grandes, crises alérgicas e uma coletânea de novas histórias. Você escreveu direitinho um roteiro, o qual segui fielmente e sem arrependimentos.

Hoje é seu último dia comigo. Só tenho motivos para te agradecer por todas as conquistas; por tudo! Você será lembrado por toda a minha vida, afinal, você reservou datas especiais e me deu de presente o primeiro passo para a concretização do meu sonho, tantas vezes questionado. Obrigada por me deixar aqui, numa zona confortável, aguardando 2014 de braços abertos e cabeça erguida, com a certeza de que fiz tudo do jeito certo!

2013, você foi o ano dos sonhos, dos meus sonhos! Que 2014 seja o ano das grandes realizações!!

Sentirei saudades! Adeus!!

E novamente, você!

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E você novamente me arranca sorrisos. Incrível esse seu dom de me fazer feliz nos pequenos gestos. Feliz sim, como há muito tempo estive tentando ser e, num simples brinde, você conseguiu me deixar em paz como se já soubesse o que eu precisava ouvir.

Você pode até pensar que não e eu posso demonstrar que você não é especial em minha vida. Sabe, tem coisas que só o tempo cura e eu ainda não me sinto segura para me abrir totalmente para um outro alguém, muito embora cinco meses já seria tempo o suficiente para isso. Não se preocupe, o problema é comigo. Questão de autocontrole; confiança! Mas até que eu deixo escapar elogios e ternurinhas que nos aproxima ainda mais, independente do que o amanhã nos reserva.

Confesso que a diferença de idade ainda me assusta ou me confunde. Mas o seu sorriso, o açaí e as mensagens cantadas, me deixam mais tranquila. Você me deixa tranquila. Sua mão firme de deixa mais segura e seu abraço, me tira momentaneamente o medo; você chegou no momento certo e fez exatamente o oposto do que era para ser feito, fugiu do meu roteiro e dos meus planos e, deu tudo certo. Está dando certo.

Agora são quase cinco horas da manhã, o céu já está clarinho, faz meia hora que você se despediu de mim e viajou. Confesso que já estou rezando para que chegue logo a terça-feira para eu rever esse sorriso que me contagia e transmite paz. Sim, essa é a maneira mais sem graça de dizer que estou com saudades. Incrível, mas estou com um sorriso no rosto! Viu? A saudade não é tão ruim assim! Mas se os dias passarem mais rápidos, o meu sorriso terá um motivo maior para existir.

 

Simplesmente acontece.

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Realmente, quando as coisas tem que acontecer, elas simplesmente acontecem. Não importa o lugar, a roupa que você esteja usando, o acessório ou os pés descalços, a vida sempre nos prega peças e temos que está preparado para tudo. Bom, mas eu sempre ando desatenta e olhando para o chão, nem percebi o que se passava ao meu redor. E, quando levantei os olhos, já era tarde, tinha me esbarrado com você. Não foi nada planejado. Talvez se fosse, não teria dado tão certo.

Um final de semana sem grandes exageros. Amigos em comuns, gostos parecidos e uma diferença de idade que chega a incomodar, mas quem disse que foi problema? Eu me adequei aos seus modos e você atendeu aos meus caprichos. Fomos alvo de brincadeiras e nos saímos muito bem, por sinal! Não parecia ser um primeiro encontro. Se bem que de fato não era. Já conversamos com os olhos em outras ocasiões. Frente a frente, foi a primeira vez. Gostamos da ideia e partimos para a segunda e a terceira vez. Não foi e nem está sendo fácil conciliar nossas vidas e horários conturbados, mas quando se quer, tudo se ajeita.

O mais legal disso tudo é que, em regra, a minha vida tinha tudo para o meu lado emocional não seguir no parâmetro linear das minhas conquistas profissionais e acadêmicas. Não havia conseguido, até agora, unir todos os pontos numa mesma linha. Até que você veio e se encaixou no espaço que faltava, incluindo os domingos depois das 19 horas.

Tem um ditado que diz que não é Deus quem não escuta nossas preces. Nós que, em alguns momentos, não sabemos rezar. Acho que eu estava fazendo tudo errado. De repente, só foi eu me calar, mudar mesmo que rapidamente, o foco e daí, você apareceu! E agora, eu peço que você fique por mais alguns dias ou meses ou anos, não sei, Mas, como eu não sou muito boa em rezar, deu uma piscadinha para Deus e peço para que ele faça o melhor para nós!

Espero que esse melhor, seja eu!