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Archive for the ‘Letras&Canções’ Category

Tati Bernardi.

“Tenho vontade de te chamar de idiota. Porque é isso que você é. Tá me perdendo e não percebeu ainda. Tá esperando legenda? Eu choro, respiro, tenho medo, mas isso não faz a mínima diferença pra você. Mas eu insisto em nós e vim aqui te pedir cuidado. Não me deixa ir embora, isso é quase uma súplica. Cuida do pouco que restou de nós pra ver se ainda vai restar alguma coisa pra contar pros nossos filhos – se eles existirem, claro – Mas não deixe eu sair por aquela porta. Mesmo que seja de mãos vazias. Eu não voltaria pra buscar nada. Porque na verdade, não ficaria nada para trás. Nem roupas, nem jóias. Nem amor. Nem lembranças. E isso vai doer que eu sei. É, eu só lamento, sabe. Lamento ter visto muita coisa numa pessoa que não viu nada em mim.”

 

 

 

 

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Por Renata Barros.

“Tenho pensado mais do que talvez eu pudesse, tenho confundido minhas próprias ilusões com verdades que eu queria tanto. Tenho tentado entender o porquê de tudo sempre acontecer, e de sempre acontecer da maneira que eu sei não ser correta. Talvez o certo pra mim, seja só mais uma ideologia boba, pode ser que o meu certo, seja tão errado quanto o que eu acho do certo dos outros. Não posso mudar minhas ideologias, por mais bobas que sejam, são tão bobas quanto toda bobagem que eu sou, são minhas…

Desde o começo não sei quem és , no fundo não te conheço , se calhar sou o culpado se calhar até mereço. Imagino as coisas que tu nunca me disseste… Queria saber se pensas em mim quando não estás comigo, será que és meu amigo como eu sou tua amiga? Será que falas mal de mim nas minhas costas?
Tenho pensado que o certo seja a gente ser só feliz, mesmo que seja longe, e mesmo estando tão longe do que eu chamo de felicidade, eu estarei pronto pra ela… . Eu sei que não acredita que é verdade, mas nunca tive a intenção de magoá-lo. Não olhe para trás… Sei que você acha que não é o momento pra você, mas deixe seu coração falar agora…”

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** Por Ruleandson do Carmo 

Quem nunca foi rejeitado deve ser alguém que nunca esteve apaixonado. Quem nunca rejeitou deve ser alguém que nunca despertou paixões. Rejeitar é difícil – claro, para quem se importa com o outro. Ser rejeitado é doloroso, mas nem tanto. O que mais machuca não é a rejeição em si, não é o descobrir que não se é amado da mesma forma como se ama.

Amar é nada mais do que a certeza de gostar de alguém e a possibilidade de retribuição, e todos sabemos disso. O que pode machucar na rejeição é a indefinição, a falta de respeito e a covardia. O que machuca é o outro não ter a dignidade de dizer “não estou interessado” em alto e bom som, é o outro se rejeitar até a te rejeitar.

Um “não” dito quando necessário é libertador para quem escuta, opera milagres. Agora, a maioria não tem a dignidade de dizer “não”, prefere se fazer de cego, surdo e mudo e deixar que o outro decifre sinais ou a falta deles. Às vezes, não rejeitam o outro para continuarem tendo alguém interessado que lhes massageia o ego, por vezes, não rejeitam por medo de um dia quererem o outro, o velho “não quero ter, mas não quero perder”. Tem também quem não rejeita com medo de “magoar” o rejeitado. Mas saiba, poucas coisas no amor magoam mais do que alguém fazer da sua vida uma incerteza.

Agora, ser rejeitado? Nada que paciência, maturidade e uma pitada de orgulho não curem. Todos sabemos que ninguém é obrigado a gostar de alguém. Mas nos esquecemos de que ninguém é obrigado a não gostar de alguém. Isso mesmo, a pessoa que você rejeitou tem o direito de gostar de você, todo mundo tem. Por isso, é seu dever respeitar esse sentimento. Então, se alguém gosta de você, se alguém te ama e você não sente o mesmo, diga, rejeite, mas sobretudo liberte. Não deixe quem te ama no chão, sem sequer sabe se foi jogado fora, se caiu do seu bolso sem querer ou se será pegado de volta a qualquer momento.

Se disser a verdade você pode ter a certeza de que não será lembrado por quem te amava como alguém que o rejeitou, mas como alguém que o respeitou. Se tiver coragem de dizer que não sente o mesmo, você não será lembrado como alguém que não o correspondeu, mas como alguém que o acolheu. Então, é só escolher como quer ser lembrado e, se me permite o conselho: não queira ser o responsável por transformar o amor que alguém tinha por você em uma lembrança ruim. Rejeição a gente supera e reverte, desprezo nem sempre.

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Calem a boca, nordestinos!

Um dos maiores protestos em resposta ao preconceito descabido que existe com nós, nordestinos! Parabenizo o autor, José Barbosa Junior pela atitude!

 Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste! Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?

Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?

Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?

Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial  Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.

Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…

Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…

E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…

Ah! Nordestinos…

Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.

Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!

Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!

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Por Fernanda Mello.

Pior do que se sentir perdida é perder-se em si mesmo. No emaranhado do que você acredita misturado ao que você é ou era. O que você acredita, apostando corrida com o que você mais detesta. O que você tem, jogando palitinhos com o que você quer. Seu amor e suas dores na linha de chegada e o coração de juiz em dia de clássico.

Eu não sei se você entende o raciocínio de quem não tem raciocinado ultimamente ou se entende o porquê de certas coisas que não se explicam.

Quando a cabeça não pensa o corpo padece. Mas quando a cabeça pensa demais será que nossa alma enriquece?

Você cheio de indagações e de táticas que não fazem o menor sentido. (pelo menos para você ou pelo menos naquele momento).

Suas certezas mudam, suas prioridades deixam de ser prioridades já que você nem sabe mais o que deseja. Até sabe, mas está tão longe e você tão cansado que o mais fácil é deixar que as prioridades te encontrem e você pode fugir do que não interessa. Seus princípios enfraquecidos te cobram uma atitude e você cobra a coragem.

Seus olhos pesam e seu coração já bate fraco. De tanto que bateu a vida inteira. De tanto chorar amor e fracassos. De tanto chorar pelo leite derramado você decide que se entender é complicado demais. O quente queima e o frio é gelado demais, vai o morno mesmo que não causa sensação alguma e no momento você não tem sequer condições de sentir algo. Sentir dá trabalho e trabalho acarreta uma série de responsabilidades. Responsabilidade é chato demais e não aquece seus pés nos dias frios.

Você enfim, opta por decidir somente pelo necessário. Pelo que realmente vai fazer alguma diferença em sua vida e desiste de tentar equilibrar-se, isso é para artista circense e você nem gosta tanto de circo. Melhor deixar assim.

Uma porta de saída e uma de entrada. O que vale fica e o que não vale que valesse. Nada de culpa ou de noites mal dormidas, nada de coração na boca em de frio na barriga.

Certas coisas não se explicam. Não existem palavras que as descrevam ou soluções que as resolva . Sentimentos, gestos, sonhos e sorrisos. A alma entende e a boca cala.

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Memórias, Crônicas e declaração de amor foi o quinto álbum da cantora Marisa Monte lançado em 2000, sendo o disco mais vendido da cantora, fazendo com que fosse indicada pela primeira vez ao Grammy Latino como melhor canção brasileira (“Amor I Love You”) e como melhor álbum de pop contemporâneo Brasileiro. Nove anos depois, o mesmo disco foi eleito pela MTV como o quinto dos melhores discos entre o ano de 1998 e 2008.

Nada mais inspirador que o título desse álbum…! Mistura a musicalidade com letras inspiradoras e toda sentimentalidade abstrata com algumas doses de desejos ocultos.

Deixo aqui para vocês, o clipe da belíssima canção que embalou e embala os romances até hoje. Particularmente, eu adoro essa música pela pureza da letra, por sua mistura literária com os versos de um dos maiores escritores luso, Eça de Queiróz, além da voz doce e inigualável de Marisa Monte que conquistou sua autonomia na MPB com grande estilo e personalidade.

Vale a pena conferir!

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O grande Fernando António Nogueira Pessoa, considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa e da literatura universal, eternizado em seus versos e prosas, morreu aos 47 anos, tempo suficiente para mostrar ao mundo o seu poder de criar, recriar e se reinventar entre as palavras, tão sabiamente usadas.

“Viver não é necessário; o que é necessário é criar.” E assim, Fernando Pessoa foi marcado com seus heterônimos, sua principal característica, sendo em algumas vezes questionados quanto a sua real transparência ao meio de tantos “eus”. Mas, como o próprio Pessoa disse “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, portanto a criação ou recriação é fantástica, tornando o que é simples algo misterioso e reservado, a própria tradução desse poeta.

Um grande exímio esgrimista da palavra, Fernando Pessoa escreveu desde os seus sete anos de idade até o seu leito de morte, onde sua última frase foi escrita em Inglês, na cama do hospital, em 29 de Novembro de 1935: “I know not what tomorrow will bring” (“Não sei o que o amanhã trará”). Como já vinha prevendo, ele não acordou, mas permanece vivo ao longo do tempo, eternizado em seus versos, em seus pensamentos sábios e em suas frases inspiradoras nas mais de 25 mil folhas com poesia, prosa, peças de teatro, filosofia, crítica, traduções, teoria linguística, textos políticos, horóscopos e outros textos sortidos, tanto datilografados como escritos ou rabiscados ilegivelmente à mão, em Português, Inglês e Francês.

Mesmo com os avanços midiáticos, com a desvalorização da boa leitura e o não incentivo a estudos biográficos de grandes nomes da literatura mundial, Fernando Pessoa consegue resistir ao tempo e ser eterno no real sentido da palavra.

Para relembrar alguns dos seus heterônimos mais conhecidos, deixo abaixo pequenas obras do saudoso Fernando Pessoa.

     

Aniversário

(Álvaro de Campos)

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,  
Eu era feliz e ninguém estava morto.  
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,   
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. 

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,  
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,   
De ser inteligente para entre a família,  
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.  
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.  
Quando vim a.olhar para a vida, perdera o sentido da vida. 

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,  
O que fui de coração e parentesco.  
O que fui de serões de meia-província,  
O que fui de amarem-me e eu ser menino,  
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui…  
A que distância!…  
(Nem o acho… )  
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos! 

O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,   
Pondo grelado nas paredes…  
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),  
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,   
É terem morrido todos,  
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio… 

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos …  
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!  
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,  
Por uma viagem metafísica e carnal,  
Com uma dualidade de eu para mim…  
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes! 

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui…  
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,  
O aparador com muitas coisas — doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado,  
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,   
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . .  

Pára, meu coração!  
Não penses!  Deixa o pensar na cabeça!   
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!    
Hoje já não faço anos.  
Duro.  
Somam-se-me dias.  
Serei velho quando o for.  
Mais nada.  
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! … 

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!…

Assim Com0

(Alberto Caeiro) 

Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer  pensamento,  
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade,  
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada.  
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.  
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.  
O resto é uma espécie de sono que temos, infância da doença.  
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença. 

“Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.” 

“Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,Não há nada mais simples.Tem só duas datas – a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus.” 

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