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Archive for the ‘Flamengamente Falando…’ Category

Flamengo

Sim sim sim… eu já entendi! O jogo foi uma merda, limitado ao extremo, com pouquíssimas chances de fazer cócegas no goleiro do Remo, com Hernane querendo furtar o mérito de Rafinha. Tenho a convicção de que o atual time do Flamengo está a merda do cavalo do bandido; que a atuação no Carioquinha, para ficar ruim, tem que melhorar e muito;  que o Flamengo não tem zaga, tem um meio baratinado e um ataque desajustado e que estamos visivelmente em crise. Mas e daí? Já tem muita gente para zicar o Flamengo. Tem até vascaíno que se acha no direito de falar asneira, imagine quem pode…! Hoje ganhamos com muito suor. Ganhamos, mas não estamos classificados ainda. Para isso, dia 17  temos que ganhar o gigante da série D (sim, eu tô de onda!). Vejamos agora o lado positivo: Rafinha, uma estrelinha apagada, volta a aparecer e com um drible, deixou Tico e Teco se embolando e marcou um golzinho sagrado, fazendo o torcedor acreditar que o dinheiro do ingresso não foi tão perdido assim.

Mas mesmo assim, eu ainda venho aqui para dizer que eu amo esse time. E daí se me deu dor de cabeça e se eu xinguei a mãe de todos os jogadores no primeiro tempo e no final do segundo? O gol veio e com ele a alegria e a paixão avalassadora. Eu sou um típico flamenguista que veste o manto no dia após o jogo, independente do resultado. Faço parte do time daqueles que vibram a cada passe acertado. Faço parte daqueles que xingam, que choram, que se desesperam, que odeiam, mas que na hora do gol ama, sorrir, se emociona e grita “É GOL CARALHO!!!!! FODA-SE O BARCELONA, O FLAMENGO É O MELHOR DO MUNDO!!!!” Sou dos que não confundem jogadores medíocres com o Flamengo! Sou Flamengo acima de tudo! E daí se o time tá uma merda? E daí se esses que aí estão são fracos? É uma pena que não tenhamos verdadeiros flamenguistas vestindo e honrando o manto sagrado, mas isso não faz com que eu deixe de ser quem sou e, acima de tudo, de sentir o que eu sinto. Eu não deixo de amar, de chorar a cada vitória ou derrota. Eu não deixo de vestir o manto. Eu não deixo de ser Flamengo. Aqui é na alegria, na doença, nas dívidas, nos investimentos frustados, nas perdas, nos lances estranhos, nas chances perdidas, enfim, em todos os momentos da minha vida.

Tenho a consciência de que a Copa do Brasil não está em nossas mãos. Ou melhor, que nenhum campeonato está. Mas se for para entrar em campo, que entre de cabeça erguida e com a plena ciência de que o Flamengo é maior e que o manto pesa. O não nós já temos, agora esperamos sempre o melhor. Não digo “agora”, em relação ao aspecto temporal, mas sim, uma esperança ou uma luz no final… bem no final. Não vou nem comentar sobre o Carioca para não mudar o foco da postagem. Estou aqui para dizer que amo o Flamengo independente de resultados e pronto!

Não gostou? Não ama? FODA-SE, não perguntei!

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Dorival

Pois bem, demorei mas tô de volta!

Na verdade eu tinha me prometido de não mais escrever sobre o Flamengo no Campeonato Carioca. Mas acontece que eu tô aguentando ver tantas mutações e não comentar. Começando pela Taça Guanabara; o que parecia tão nosso, acabou por se tornar o motivo da dor de cabeça do mês. Ainda não digeri essa derrota. Sim, de fato houve um grande número de equívocos na arbitragem, mas se ao menos tivéssemos a capacidade de colocar a bola na rede, não estaria aqui me lamentando. Ou melhor, quem se lamenta é um time que não tem torcida… Então melhor dizendo, estou indignada. Mas há males que vem para o bem. A derrota foi providencial para acalmar os egos. Em síntese, ficamos putos com a derrota do Fla, em contra partida, o nosso freguês fez valer o mérito de vice.

Agora começa o returno. Primeiro adversário, o Resende: time limitado e sem chances de vencer o peso do manto, só que não! O incrível é essa habilidade que o Flamengo tem em entregar o jogo quando deveria sambar encima da carne seca. Se a revolta foi tremenda com a derrota na semi da Guanabara, o que dizer dessa falha estupenda no primeiro jogo da Taça Rio? Maaaaaaaaaaaaas, se tratando de Flamengo, do Flamengo dos últimos anos, tudo é possível.

Não vi essa derrota como uma crise ou o início dela. Apenas um alerta. Tipo uma febre. Vejamos: o jogo estava praticamente encaminhado para uma verdadeira goleada daquelas que iria fazer das ruas no outro dia, um Maracanã ambulante. Mas, nosso querido ex-professor Dorival (comento já sobre esse babado de ex), não se contentou com o resultado apresentado e fudeu com o ataque do time. Como é que tira um dos melhores jogadores de campo? Putz, Rodolfo tem apresentado a raça que todo mundo quer ver! Mas aí, vai entender né? Deu no que deu! E ainda vale a pena comentar que Leonardo Moura, quando quer, sabe tirar um do sério! Enfim, bola pra frente que tem Boavista no próximo ponto.

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho.” Ou será que era dentro do sapato? Não sei, mas o Dorival bem que poderia nos dizer. Partindo desta para uma melhor, ou não, o professor sem pulso e meia boca, venhamos e convenhamos, até que não causou impacto com sua saída. Do jeito que ele vinha levando o time, já era de se esperar uma atitude dessas por parte da diretoria (Dalhe Chapa Azuuuuuul!!!!). Não estamos pedindo milagre. Sabemos que o time do Flamengo tá numa limitação só. Mas nesse momento precisamos de alguém que saiba montar o quebra-cabeça. Domingo foi nomeado para tal função o Jorginho. O primeiro técnico de fato, escolhido pela atual direção. Não se o que esperar dele, sinceramente. Mas confio nos seus dotes e espero que ele possa desempenhar sua função com presteza. Como seu contrato vai até o próximo ano, espero que ele tenha uma visão de águia, o melhor, de urubu!

A TR é um tipo de obrigação! Precisamos vencer os mínimos, incluindo o único clássico contra os flores e já estamos na semi. Bem simples. Nada impossível. O que não podemos fazer é repetir os erros bobos dos dois últimos jogos. Fazer o  feijão com arroz tá bom. Quero só os três pontos e tchau. O que vier acompanhando em excesso, é lucro.

Enfim, que São Judas nos proteja e ilumine as idéias do nosso novo comandante.

 

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Hoje, como sempre, líder ou fora da briga, a capa dos jornais terá o tal do Flamengo. Decidindo titulo ou não, lá estarão milhares de torcedores, em outro estado, fazendo com que o tal do Flamengo jogue em casa quando deveria atuar fora. Não importa qual o resultado, no dia posterior ao jogo, as ruas se enchem de mulambos e apaixonados rubro-negros que expressam seu amor sem os limites dos três pontos. Não ganhava o principal titulo nacional desde 1992. E em 2009, após 17 anos conquista o título tal qual a fênix ressurgida das cinzas… E a torcida diminui? Não, aumentou. Segundo pesquisa, a maior entre as crianças do país. O time mais inexplicável do planeta terra, sem dúvida. Quando ninguém dá nada pra eles, chegam e surpreendem a todos.

Quando todos esperam muito, ele perde e decepciona sua nação. Favorito em tudo que disputa, simplesmente pelo citado acima. Ninguém é capaz de saber o que esperar do Flamengo, nunca. E quando eventualmente não tem um time capaz de ser campeão, a cobrança é como se tivesse. Ou seja, não existem jogadores no Flamengo. Existe o Flamengo e ponto final. Única torcida do planeta que paga ingresso por 2 espetáculos. Um no campo, como todas elas, e outro que ela mesmo proporciona. Talvez, uma das raras torcidas do mundo que tenha dezenas de ídolos, mas que não há discussão sobre o maior. Aquele que não analisa; que não raciocina e que não condiciona a nada. A nação poderia dizer, sem culpa: “Eu te amo, e pronto”. Não interessa porque, como, quando e nem sob quais condições. É maior, é inexplicável.

Flamenguista é aquele sujeito que ama futebol acima do que ele o proporciona. Aquele que não troca amor por resultados, e que não condiciona sua preferencia por um ou outro jogador. Por aí existe o Santos DE Pelé, o São Paulo DE Rogério Ceni, o Palmeiras DE Ademir. Lá existe o Zico DO Flamengo. A ordem é sempre inversa. Os valores são sempre diferentes. Ser flamenguista não torna ninguém melhor do que os outros, nem pior. Diferente, sem dúvida! Ser maioria é algo que fortalece. É infinito, porque a nação não tem fim, e nem deixará de ser a maior torcida do país nos próximos 200 anos. Odiar o Flamengo é absolutamente justificável. Qualquer um fica irritado em ganhar títulos e mais títulos e ver que a capa do jornal não muda de foto. É sempre a do Flamengo. Qualquer um se incomoda em saber que títulos e dívidas menores não conseguem sobrepor à importância de um clube que tem sua grandeza baseada em nada atual e concreto. É grande. Por quê? Porque é.

 Hoje, dia 28 de outubro, é o dia daqueles que tem orgulho de dizer o que sente e de vibrar por isso. Daqueles que são chamados de analfabetos, marginais, presidiários, mas mesmo assim não sentem vergonha de ser quem são! Ser Flamenguista ou como nós preferimos dizer, SER FLAMENGO, é um estilo de vida, uma devoção, um complemento necessário. Hoje é dia do flamenguista. Você não é Flamenguista? Que pena!

(Rica Perrone com umas anotações de Nina Santana)

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Em um clássico das maiores torcidas do Brasil, sinceramente, esperávamos mais . Flamengo e Corinthians protagonizaram hoje um jogo com lances questionáveis e falhos que embasaram a vitória dos bandos de loucos. A torcida do Flamengo, como sempre, durante a entrada do time em campo, agitou as bandeiras e cantou fervorosamente, porém, a troco de nada. Vamos combinar né, sair de casa nesse frio e com a chuva ameaçando a todo instante, para ver um show de passes errados e ainda a vitória do adversário é de revoltar qualquer cristão. E agora fica o impasse midiático de atribuir a culpa a alguém: de um lado Joel Santana e seus métodos falhos e do outro um bando de incompetentes sem o mínimo de consideração ao que o Flamengo representa.

No início do jogo o Corinthians já começa com uma marcação ferrenha e mesmo tentando avançar pelas laterais, ou melhor, com Léo Moura, a forte marcação impede maiores resultados. Logo no início, Romarinho mostra sua personalidade e arrisca de longe e, além dele, Emerson e Douglas fizeram a festa.  Sem chances e competência para armar jogadas, o Flamengo não chega e aos 27 minutos do primeiro tempo, Botinelli pisa na bola e deixa de bandeja para Douglas abrir o placar. Como se não bastasse uma falha irritante de um jogador que a torcida sempre pede para vê jogar, um jogador que a torcida acredita, ainda teve por tabela, uma falha pior do pior meio-campo do Flamengo nos últimos tempos, Renato Abreu. Aos 39 do primeiro tempo, o canelada dá o passe com categoria para Douglas marcar um golaço e afastar mais ainda o possível empate rubro-negro.

O segundo tempo teve uma movimentação melhor com a entrada de Adryan, embora eu não tenha concordado com a saída de Botti apesar do gol dado por ele, ao meu ver, Ibson e Renato estavam bem piores.  Mas, mesmo assim, não foi muito diferente do primeiro tempo. Aos 9 minutos Romarinho mandou a bola alta para o Danilo, que este por sua vez, de primeira, chuta forte para o gol rubro-negro e marca uma verdadeira obra-prima. Para o Flamengo, o único lance bom veio das mãos de Paulo Victor, que não decepciona, defendendo o pênalti cobrado por Emerson, aos 27 minutos. Nessa altura do jogo, o único jogador me campo aplaudido pela torcida foi o goleiro. Em um ato de protesto, a torcida ficou de costas para o campo e só não chamou Joel Santana de santo.

O pior de tudo ainda estava por vim… Renato Abreu reconheceu a sua falha mas disse que não foi o motivo para a derrota do time. Putz, nessa hora eu até me senti culpada por não está em campo e tirar aquela bola da direção do Douglas.

Enfim, o jogo foi horrível para o Flamengo e satisfatório para o Corinthians que venceu a segunda partida consecutiva no campeonato. Sinceramente eu não sei até quando vão continuar com esse time em campo e dizendo que é o MEU FLAMENGO.

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“Clássico é clássico!” 

No dia 7 de julho de 1912 acontecia o primeiro FLA-FLU da história com vitória tricolor (3 x2) , ainda com o time supostamente desfalcado. E cem anos depois do primeiro Clássico das Multidões, a história se repete em síntese. Hoje, dia 8 de julho de 2012, o Flor vence o Mengão com um gol de Fred, sendo este o primeiro dele na história de sua carreira no clássico. 

O primeiro gol de um FLA-FLU foi marcado por um Flor de responsa (vale reconhecer!) de Calvert em apenas um minuto de jogo. Hoje, Fred, com a assistência direta de Thiago Neves, um velho conhecido nosso, marcou o único gol da partida aos dez minutos; o suficiente para assegurar a vitória. Mas, o resultado positivo para o Flor não foi o suficiente para assumir a liderança, já que o Galo está disposto a lutar de frente pela conquista do título deste ano e assume a liderança isolado com 19 pontos . 

Como sofreu o gol no início do segundo tempo, o Flamengo correu atrás do prejuízo, mas sem sucesso. Os 61% de posse de bola comprovou mais uma vez que o que precisamos é de finalizações consistentes e coletividade, afinal, estamos falando de um time, de uma equipe e não de jogadores com crises de estrelismos justamente nos 90 minutos mais importantes da semana. Dominamos o jogo, tivemos o dobro de finalizações, mesmo não tão ofensivas, mas fizemos os flores recuarem por completo, todavia, não conseguimos o principal, os gols da vitória. Com isso, ficamos com meros e medíocres 12 pontos e estagnados no nono lugar da tabela. 

O Flamengo entrou em campo com a escalação já previsível: Paulo Victor, que sempre faz uma brilhante atuação, Luiz Antônio que tem crescido no time apesar de cometer faltas bobas, Marlon, González, Magal, Amaral, Renato, o capitão de merda, Ibson, ainda se encontrando, Botti, Diego Maurício, sem grandes rendimentos e Love.  O Flor veio com Cavalieri, Bruno Vieira, Gum (zagueirão), Anderson, Carlinhos, Edinho, Jean, Deco (fantástico) que depois foi substituído por Valência, Thiago Neves (ex-amor) que depois foi substituído por Wagner, Nem, Fred que depois deu o lugar ao Samuel. 

O Flor trabalhou sobre as falhas irritantes do Flamengo, em instante algum, sem modificar seu esquema tático (4-4-2). O time rubro-negro quando conseguia com firmeza trocava passes, não tinha direcionamento certo e assim, apesar da boa posse de bola, não ameaçava tanto o adversário. 

No segundo tempo, Joel Santana mexeu no time agradando a torcida. Logo no início, Diego Maurício, extremamente apagado na partida, foi substituído por Adryan, que apesar de ter apenas 17 anos, já é um ídolo rubro-negro e mostra com vigor o que um verdadeiro flanático tem: RAÇA.  Com a sua entrada em campo, o Flamengo foi mais ao ataque com vitalidade e em boa jogada com Magal, Adryan cabeceou mas ficou na trave e o grito de gol entalado. E assim, mesmo com a entrada de Matheus no lugar de Amaral e Arthur Sanches na zaga, a vitória tricolor foi arrematada. 

Sem grandes novidades, o futebol limitado do Flamengo ainda desagrada a torcida que cobra garra e paixão ao manto sagrado, uma vez que a história vermelho e preto foi construída por conquistas gloriosas que, apesar da derrota de hoje no Clássico das Multidões, ainda permanece como favorito no futebol Carioca. Mas, como eu sempre digo, Carioca é obrigação! 

No mais, quem realmente deu show hoje foi a torcida que, mesmo com o resultado negativo dentro de campo, foi fiel e mostrou-se apaixonada pelo time.

Independente de resultado, o Flamengo não deixa de ser quem ele é! Quando eu falo FLAMENGO, refiro-me à coletânea de histórias e a tradição rubro-negra de ser o time mais querido do Brasil e não aos medíocres que estragam, na atualidade, o brilho dessa glória.   

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Não preciso nem dizer a questão de honra e obrigação que envolve o clássico de logo mais. Independente de qualquer resultado na Libertadores ou de péssimo clima nos corredores da Gávea, vencer o vice é primordial.

Não é novidade nenhuma a crise que paira no Flamengo, mas nada de extraordinário que já não tenhamos superado outras vezes. E nem precisam me lembrar porque eu já sei que estamos um pouco sem paciência com a mobilidade dos dirigentes para solucionar essa parada sinistra que nos faz acreditar em forças alienígenas fazendo um complô contra o Mengão, mas enfim, sem divagações… Como costumo dizer: vamos cumprir nosso papel como torcida e apoiar sempre. A capacidade de levantar, sacudir a poeira e dá a volta por cima ficou para os fortes e hoje, vamos demonstrar nossa força e o real motivo que nos faz FLAMENGO.

Não tem como explicar esse amor e essa vontade de vencer. Não tem como explicar esse otimismo mesmo quando a matemática grita que não há mais possibilidades. O amor ao Manto Sagrado não diminui mesmo quando o mundo inteiro zomba de nós e põe a prova essa devoção. Somos maiores que qualquer coisa quando queremos. Falo do Flamengo, não de pessoas que desonram o vermelho e preto. E quer saber, por mais que pisem e tentem ofuscar o brilho rubro-negro, o Flamengo se supera e mostra-se maior. Ou melhor, o FLAMENGO É MAIOR. Para mim, pouco importa se o Vasco tá na Libertadores ou bem na TR, foda-se!

Em suma, por mais fundo que aparentemente nos encontremos, conseguimos encontrar motivos para amar o GRANDE MENGÃO e gritar para todos os cantos que acreditamos na vitória… que acreditamos INCONDICIONALMENTE enquanto existir pulso em nossa mulamba carcaça.

Foda-se Joel Santana e todo o seu desprovimento de massa encefálica. Eu quero a vitória independente de sua mediocridade. Provavelmente entraremos em campo com Felipe, González, Welinton Léo Moura, Junior Cesar, Muralha, Willians,  Botti, R10, Deivid e Love.  Gostaria de vê Thomas, Magal e Luis Antônio em campo, mas como disse Caetano Veloso, “A mente apavora o que ainda não é mesmo velho…”. É mais fácil ficar com os mesmos erros do que arriscar-se com gente de garra, de raça, amor e paixão… segundo Joel, claro! Mas, enfim… hoje eu não vou ralhar o Judas Santana porque São Judas Tadeu irá nos livrar de todos os males e todos os perigos, AMÉM!

Quem fica se lamentando e chorando pelo leite derramado, pelo gol perdido e pelas possíveis derrotas são os BOTAFOGUENSES. Flamenguista RECONHECE a queda E não DESANIMA. LEVANTA, sacode a poeira e dá a volta por cima!

Vamos FLAMENGO, sempre sempre e sempre VAMOS !

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“Não tem como explicar o inexplicável. A gente tomou os gols de cabeça, que já sabíamos que eles iam fazer. Agora temos que voltar e pensar em ganhar do Vasco e depois o Lanus. Vamos ver no que vai dar”

(Joel Santana – o grande vilão)

E como temíamos aconteceu. O que já seria um jogo com grandes emoções e nervos exaltados, transformou-se em um pesadelo. O Flamengo que iniciou com a vitória, permitiu a reviravolta do Emelec, afastando-se assim da tão sonhada classificação para a próxima etapa da Libertadores.

Com o mesmo esquema tático do primeiro tempo contra o Bangu, o Flamengo mostrou-se ofensivo e com um bom entrosamento, apresentando falhas irritantes na lateral-esquerda e principalmente na zaga, mas mesmo assim, terminou o primeiro tempo com a parcial vitória de 2 x 1. No entanto, como aconteceu no jogo contra o Olimpia (time pequeno que sambou no manto rubro-negro), Joel Santana fez alterações catastróficas, mudando o esquema ofensivo do time. Não desmerecendo o Geladeira, que por sinal deveria está na zaga do Flamengo desde o início, mas com sua entrada do lugar do Deivid iniciou o perrengue. O Flamengo recuou-se permitindo a invasão equatoriana e entregando de bandeja a vitória, ignorando literalmente a vantagem rubro-negra expressa no modo apático do Emelec jogar .

No início do jogo, depois de uma falta de atenção absurda do Muralha, quase o Emelec abre o placar aos dois minutos. Depois disso, aparentemente, o Flamengo mostrou-se disposto a vencer e agradar a torcida faminta de vitórias. Bottineli, impecável durante todo o tempo em que esteve atuando na partida (não sei porque foi substituído…), incrementou o meio de campo com qualidade e fez com que a bola chegasse com categoria ao ataque, facilitando a vida de quem era responsável por fazer gols. Mas, em contrapartida, a zaga rubro-negra fazia questão de mostrar-se medíocre. Assim, Figueroa aproveitou-se da fragilidade e, na cara de Welinton (que não entende absolutamente NADA de bolas aéreas…) ele marcou duas vezes, garantindo o empate e a virada do Emelec. Entre esses infelizes acontecimentos, teve um gol lindo do Léo Moura com assistência do Deivid e o gol do próprio camisa 9, depois da perfeita jogada do R10 para o Júnior Cesar (que vem jogando PÉSSIMO, por sinal…) aos quarenta e dois minutos do primeiro tempo.

Como acompanhamos ao longo da semana, não houve sequer treinos com a possibilidade de um esquema tático com três zagueiros e ainda, com Magal jogando fora de sua posição por direito e mérito. É aqui que eu ficou me perguntando: O que será que se passa na cabeça do nosso atual técnico? Qual o motivo para tantos desastres se repetirem e da mesma forma com uma sequência absurda? Perguntas estas que até agora Joel, muito menos Patricia Amorim tiveram capacidade para responder. Um time que é apoiado incondicionalmente pela torcida e respeitado por sua história por todos os adversários perder para um projeto de time, sem grandes marcas e ainda, com péssimo desempenho no campeonato é inadmissível. Agora o Flamengo, graças a um série de erros contestáveis e infantis, está praticamente eliminado da Libertadores na fase de grupos, dependendo de um milagre divino, da sua vitória sobre o Lanús e do empate entre Olimpia e Emelec.

 A torcida jamais deixará apoiar e acreditar até o último minuto, mas paciência tem limite! O que vimos hoje foi um time que não tem amor ao manto sagrado e nem respeita a nossa devoção. Um time sem gana para vencer, sem raça, amor ou qualquer tipo de paixão. Por erros fúteis e até agora insanáveis, o Flamengo está com esse resultado deprimente. O erros vão além do gramado. O Mengão está pagando por excessivos erros de sua diretoria e comissão técnica que parecem não se importarem com o que está acontecendo. Decisões imprudentes são tomadas sem ao menos pensar no bem do time, causando dessa forma um efeito dominó do resultados das partidas disputadas tanto na Libertadores como no Carioca que, por sinal, é obrigação do Flamengo vencer.

Aprendi desde pequena que “Confie em Deus, mas tranque bem o seu carro”. Não adianta rogar por São Judas se nem o trivial vem sendo feito. É muito fácil apelar pelo apoio da torcida e não oferecer gratidão em forma de gols em troca desse amor.

Foi um desastre que causou dor no coração rubro-negro. Digo e repito, enquanto existir possibilidades, mesmo sendo as mínimas possíveis, irá existir esperanças. Todavia sejamos justos: o Flamengo vem jogando como time pequeno e eu nunca vi time pequeno ganhar nada, tá aí o Botafogo para provar essa máxima.

Sou a favor de uma repaginada na comissão técnica do Flamengo, no entanto, sem olhar para trás. O Luxa não se enquadra mais nos moldes vermelho e preto. Precisamos progredir e não estagnar em um tempo ilusório. Mudar é preciso e para melhor é LEI.

Antes do Lanús, temos o dever de ganhar do Vice da Gama e emplacar o Carioca e eu espero, sinceramente, que isso não passe de uma ilusão desta nobre alma rubro-negra.

Sem mais…!

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